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Alterações das iguarias.

  • Foto do escritor: Rui Sá
    Rui Sá
  • 4 de mai. de 2022
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 7 dias


Os diretores de restaurantes em conjunto com os chefes de cozinha criam listas de iguarias à procura da satisfação dos clientes e para a obtenção de lucro do restaurante. Elaboram pratos de peixe com o seu respetivo acompanhamento, o mesmo acontece nas carnes.

Acontece que muitas das vezes os clientes solicitam alterações dos acompanhamentos, o que não é muitas vezes levado de ânimo leve por parte dos cozinheiros. Afinal de contas estão a alterar a receita e a combinação de sabores propostos pelos chefes de cozinha. Alguns até dizem: “Os clientes não gostam da nossa comida”. Dependendo da localização do restaurante, isto pode ser um sinal a ter em conta. Afinal de contas quem faz um restaurante e o mantém lucrativo são os clientes. Compreendo a irritação e em alguns casos a frustração, mas há que entender os sinais. Se uma determinada iguaria está constantemente a sofrer alterações na composição, então esta deve ser mudada. Atenção, na minha modesta opinião, cabe a cada um a sua decisão.

Voltando ao assunto.

Para combater esta situação, alguns dos restaurantes optaram pela política do Plowhorses. Mas esta política frequentemente só é usada nas carnes. Denoto muitas vezes uma maior procura nas alterações nas iguarias de peixe. Cada vez mais existe, este aumento da procura ainda é pouco solicitada mas está a aumentar, o pedido do acompanhamento de batatas fritas para o peixe. Quer seja bacalhau, garoupa, robalo ou outro qualquer aquático.

A minha opinião.

Em prol dos resultados financeiros positivos e sabendo o custo dos produtos e as fichas técnicas atualizadas. Sim, altero aquilo que o senhor quiser e ainda digo mais: “ Quer frito, grelhado ou cozido.”




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